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Antique treasure

11 de agosto de 2016

Fotos aleatórias de dias aleatórios de coisas aleatórias. Se eu terminasse de escrever naquele último ponto, a frase definiria esse post. Porém, o que faria essa publicação ser singular? 
Gosto da ideia de colecionar "tesourinhos", por mais simples que sejam. Aliás, acho que o encanto está justamente nisso: tesouros que para os outros não têm valor algum, e para mim possuem muito significado. Cada um guarda estórias e memórias únicas. Já leram na bio sobre "[...] conchas do mar, asas de borboleta, aquarela..."? Me agrada saber que bagunças bonitas me compõe, porque elas, realmente, me formam. Foi justamente isso que quis mostrar quando arquitetei o Antique treasure

Aquarela me encanta, mesmo sem saber as técnicas, eu ainda ouso pintar uns caderninhos. Admiro as pessoas que a utilizam, passo horas e horas no Pinterest só procurando desenhos feitos com ela e não me arrependo do tempo gasto. 
Nunca mostrei a Zenit no Candy. Foi através de uma conversa que lembrei disso (obrigada, Gab). Vê-la parada me deixa triste... Mas, apesar de não poder usá-la, ela continua sendo um dos objetos mais especiais que tive. Pensei em vender para comprar outra analógica, e agora, enquanto digito, percebo o quão errado seria fazer isso! Não se vende ou troca algo tão importante assim. A primeira analógica. Aquela que abriu meus olhos e coração para o mundo mágico do filme, da granulação e surpresa - porque os filmes revelados significam surpresas que aquecem a alma... A minha Zenit 122
As conchas, ah... Foram resgatadas de praias diferentes. Adoro os formatos, os tons e as texturas delas. Conseguem perceber como o singelo e o minimalismo são bonitos? E juntos, então, nem se fala!
As flores são do meu mini-jardim, outro tesouro que ando cultivando. Esse vem com um bônus: me ensina a ter paciência, delicadeza e calma. 
Por fim, algo que perdi, infelizmente, para um bandido, mas que pelo menos posso guardar/ter em fotos. O relógio não foi caro (a lamentação não vem do dinheiro), era um presente da minha mãe. Ela disse que compraria outro, apesar de que ele não irá substituir o afeto que eu tenho pelo antigo. Fico feliz por mainha ter a sensibilidade de me oferecer algo que a faz lembrar de mim (foi isso que ela me falou quando nós o vimos na loja), e espero que no próximo também seja desse jeitinho.

Esses são meus pequenos e antigos tesouros... Os seus, quais são? 

Kotonoha no Niwa

9 de agosto de 2016

Às vezes fico impressionada quando vejo fotos guardadas no computador (mesmo sendo poucas) que eu nunca havia postado no blog, nem sequer lembrava delas! Pesquisei em alguns posts passados pra ver se realmente não as tinha postado, e entendi que foi pelo motivo de achá-las repetitivas... Mas como já faz um tempinho, resolvi trazê-las pra cá, hihi.
E aproveitando a oportunidade, decidi indicar um filme que inspirou o nome do post, Kotonoha no Niwa. Uma coisa que gosto bastante é de animação japonesa, seja filme ou anime... Aliás, esse universo japonês inteiro me fascina, rs. Traduzindo para o português, o título significa O Jardim das Palavras.


O conjunto "cenário, enredo, trilha sonora" me cativou desde o início, mas a surpresa em si foi a qualidade do filme, principalmente a movimentação da câmera. Mais um tesouro pra minha coleção de animações! Preciso descrever a felicidade? Ah! E tem outros filmes semelhantes a este, porque o diretor/roteirista, Makoto Shinkai, possui 8 produções nesse estilo, e confesso a vocês que estou me segurando pra não ver todas de uma vez. Assistam ao trailer e caso gostem, a animação está disponível no site Netflix ou aqui. Abraços e até mais! 

Saudade

6 de agosto de 2016

Saudade is probably the most significant and typical expression of the Brazilian soul, a combination of longing and desire, mixed with nostalgia and melancholy. Saudade is the desire for something or someone who is far away or is unattainable. 

Talvez algumas coisas nunca voltem a ser como eram antes. Às vezes penso em como tudo pode parecer ínfimo. Existe uma linha tênue entre a realidade e o desejo. Ou não. Quando me peguei vendo esses registros, eu senti como se tivesse voltando há um ano, na viagem que fiz a São Paulo. Perguntei a mim mesma o porquê de não ter simpatizado pela primeira foto. Não obtive resposta. Mas hoje a vi de uma forma diferente. Também não obtive resposta pra isso.
Eu escrevi que a categoria analógica ficaria parada pelo motivo da minha Zenit ter quebrado, e que vez em quando algumas fotos que guardo poderiam aparecer no blog. A mistura de pensamentos, saudade, fragilidade e desejo me obrigou a compartilhar meus singelos tesouros. Escuto agora Priscilla Ahn, diversos sentimentos invadem minha alma e se desvanecem pelos meus dedos enquanto digito e vocês me leem. Pedirei um favor que pode ser "incompreensível" e até sem cabimento para alguns, mas os que têm sensibilidade o suficiente para tal pedido, atenderão, eu sei disso, do contrário não pediria: guardem esse post com carinho. Assim, sentirei que fui abraçada por vocês.

A fotografia do início foi feita no Parque Ibirapuera, São Paulo. As outras duas foram tiradas em casa mesmo. Me perdoem caso não estejam tão agradáveis, se eu não acertei na exposição, abertura ou qualquer tipo de técnica que câmeras analógicas necessitam, sei pouquíssimo sobre o manuseio delas, me esforcei bastante. Por fim, fico satisfeita pela tonalidade e simplicidade, independente da falta de experiência, e me despeço com um "até logo". 
Até logo, .

Bee Happy: Julho

1 de agosto de 2016

Julho... Hum, foi estranho. Me desculpem até por começar escrevendo o post assim, mas não há como negar. Algumas coisas estão mudando radicalmente comigo, e eu tô demorando pra me acostumar. Como comentado antes, além de estranho, o mês foi cansativo. A semana de provas tá perdurando, e tenho vários assuntos pra estudar. Outro pedido de desculpas: era para esse Bee Happy ter sido postado ontem, porém, a preguiça não deixou. Enfim, sem mais demora, vamos às legendas:
1. "Falta de criatividade" faz parte do meu sobrenome. Já viram uma foto parecida por aqui? hehe. Um desabafo: é difícil criar ânimo pra fotografar quando não se gosta da lente que vem com a câmera. Sério. Eu amo fotos desfocadas, com bokeh, etc. É super chato fazer isso com uma 18-55mm. Minha meta? Comprar uma 50mm. E rápido!
2. O Zeca aparecer nas fotos é um ritual no blog, então... Acabo deixando, hihi. Afinal, fofura nunca é demais. 
3. Meus pais me trouxeram esses lápis e-n-o-r-m-e-s do artesanato que tem na orla de Maceió, preciso dizer que amei?
4. Zeca Company LTDA. Agora em p&b.
5. Lorinho desfocado, às vezes erro nos desfoques, mas ok.
6. Novos mimos que comprei e não vou usar por pena. Essas borrachas são tão fofas! Awn! ʕ ᵔᴥᵔ ʔ

Bom, o post foi bem rápido porque realmente estou sem tempo para o blog, os próximos dias serão intensos, repletos de provas, seminários, sínteses... ZzzZzz. Fico com a sensação, aliás, preciso acreditar, que Agosto será melhor que Julho (gracias); desejo um mês bonito pro 'cês! Agora vamos comigo conferir como foi o mês da Lary? Até mais!

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